sábado, 11 de setembro de 2010

Isto é só para quem tem pelo menos dois dedos de testa


Eu já sabia que comemos muito lixo, só não sabia que quase todo esse lixo é tóxico. Pois é meus chéries, basicamente só comemos merda (não literalmente, mas quase). 
A indústria alimentar tornou-se num monstro mais perigoso que a máfia russa e a sua importância na economia é tal, que os governos são coniventes com as suas práticas assassinas.
E o que assusta mais é que pouco podemos fazer para nos precaver contra estes alimentos... ou passamos a estourar metade dos nossos salários em comida biológica, ou temos de começar nós próprios a criar porcos, galinhas e vacas e a plantar legumes, o que, para quem vive em apartamentos por exemplo, é capaz de ser um pouco incómodo.
Ide ver este extraordinário documentário. Ide e instruí-vos. E depois, se fordes (fordes?!? quê?) corajosos, ide trincar selvaticamente um suculento Big Mac (aaaah valentes!!)

"There are no seasons in the American supermarket. Now there are tomatoes all year round, grown halfway around the world, picked when it was green, and ripened with ethylene gasAlthough it looks like a tomato, it's kind of a notional tomato. I mean, it's the idea of a tomato."

adenda: Oh pessoas, por acaso falei do Big Mac, mas TODA a carne comprada em hipermercados e afins, é pior que veneno, ok? ok.

31 comentários:

Pronúncia disse...

Ainda consigo comer algumas coisas (cada vez menos) produzidas como o eram há uns anos atrás. E sim, há diferença, e grande, nos tomates, nas laranjas, nas alfaces, nas galinhas, frangos, coelhos e patos caseiros... vantagens de viver perto de algumas quintas onde se produzem essas coisinhas boas que me alimentam o corpo e me satisfazem a alma.

Hã! E o preço?! Bem mais barato que o dos artificiais do supermercado!

Mary Jane disse...

Eu acredito na comida e na roda dos alimentos e tal e tal e tal. Portanto, para já cegamente, quero acreditar que não andamos por cá enganadinhos! É que onde eu moro não temos lojas de comida biológica, nem terreno suficiente para começar a plantar legumes ou alojar animais!

Maggy disse...

1. Não como Big Mac

2. Que novidade que só como merda

3. Mais merda que eu comem os Americanos

4. Já podes dar graças por não poderes enterrar os dentes numa "suculenta"(?!) coxa de frango

M.G. disse...

muita verdadinha

Maxwel Quintão disse...

vou seguir o conselho e vou ver o docucmentário!

Fresco_e_Fofo disse...

somos frangos de aviário. comemos a ração que eles comem...

S* disse...

Big tasty... big tasty. Nem quero ver esses vídeos, fico deprimida.

Helena disse...

Olha que engraçado, ainda hoje comi uma empada de algas, coisa biológica e saudavel e até é bom.
Tenho algum cuidado em comprar carne portuguesa alentejana, daquela que não encolhe muito depois de cozinhar.
Também tenho preferência em comprar azeite d.o.p. virgem extra e cebolas e alho e fruta biológica. Já comprei montes de sumos 100% fruta (em vez de polpa) mas sabe mal como um raio. Mas lá está, acho que nem a coisa "ao natural" se safa sinceramente. É marketing... Por isso é que cancro é doença da moda. Está tudo fodido minha gente, e não há hipotese...

Manu World disse...

ora benhe........tb keria ver o documentário...mas n percebi aonde está o dito cujo... qm ajuda a je aki??
mt agradecida, sim???
:)

Manu World disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Petra Pink disse...

Bem, ainda tenho a sorte, de apesar de viver um pouco distante da minha terrinha, poder comer carne caseira la de tras-os-montes, legumes da minha hortinha, pão compotas e queijo caseiros que se faz la na casa da mãe!
todos os meses ela me visita e me enche o frigorífico com essas delícias que se sentem puras!
mas sim anouck tens razão, não estamos livres da lixeira! bjooo

xuxidiva disse...

Tou farta de pregar mulher....e tu so agora viste isto?

Menina do Chuveiro disse...

Pronto, o meu subsidio de alimentação é o Big Mac e ainda não sou rica para o trocar por comida paga por mim.

O que não mata engorda, dizem.
Ainda estou viva.

Masquediabo disse...

As alternativas não são fáceis.
E mudar os hábitos alimentares também não.
Não mesmo. E de vez em quando lá vou ao Mac.
Se for dois ou três dias seguidos, nota-se logo na barriguinha...
Ainda tentei ser esperto: Big tasty, sopa e uma agua fresca. Mesmo assim, é muita caloria ou colesterol, nota-se na balança.
Mais vale ir a Portugalia, perder o amor a 10 euros e comer um bife com batata frita e uma imperial.

Dora disse...

Vi há uns meses este doc e gostei muito. A cena das galinhas fez-me impressão.

Não foi à toa que ganhou um Oscar.

Raven disse...

Manu World: aqui tens 1/11
http://www.youtube.com/watch?v=lyagLY1Nem8
Bon apetit.

Lazy Cat disse...

Não me contas nada de novo. Mas que fazer? Evitar as comidas piores, como os Big Macs e afins, mas não se pode fazer muito mais.

Lala disse...

vou ver o doc. venho já!

Lala disse...

90 minutos depois... tenho ali uma embalagem de carne picada para o jantar que diz: "nascido, criado, alimentado, abatido e desmanchado em Portugal". Depois do doc. que vi... confesso que fico muito mais descansada... ou não! -.-'

Salvador disse...

Aqui em casa ainda comemos quase 100% natural, dos legumes a alguma carne, passando por uns peixes que vou pescando.
Conheço um pouco o mundo da pecuária... trabalhei, nos anos 90, numa fábrica de rações para animais e tenho um tio que tem duas suiniculturas. Tudo o que entra na composição de uma ração é autorizado e o sector está bem regulamentado e fiscalizado. O problema é mesmo o que mencionou... o mercado ilegal, que na altura assentava em promotores de crescimento, os chamados esteróides, que eram vendidos a produtores sem escrupulos. Já nesses tempos se falava no envolvimento das máfias de leste, que utilizavam Engenheiros Quimicos altamente especializados para o desenvolvimento dessas substâncias.
Quanto à carne do supermercado, ainda a pode encontrar com qualidade... Marcas certificadas, como a Mirandesa ou Carnalentejana, entre outras, são de inteira confiança (são caras, claro). Tente sempre comprar carne com gordura... os esteróides actuam ao nivel da massa magra e muscular em detrimento da massa gorda. E por fim, se tiver oportunidade, compre a carne num talho de confiança...

Manu World disse...

:) obgd Raven....mou mirar o dito cujo....
gracias*******************
:)))

Manu World disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gonçalves, o abonado disse...

Live fast, die young, leave a nice corpse.

Porque não estruturar a indústria alimentar a condizer com este ideal?

Brown Eyes disse...

Minha querida nunca gostei dessa comida de plástico e decidi cultivar e criar tudo o que vou comer. Comprar o menos possível era o que todos deviamos fazer, para bem da nossa saúde mas, nem todos podem. Há algum tempo que sei que há uma grande máfia montada e que o que interessa hoje não é a nossa saúde ou bem estar mas sim o lucro que as empresas possam ter. São capazes de nos manipular, destruindo a nossa saúde, só para terem uns tostões a mais. Eu tornei-me incrédula sobre tudo até sobre a comida biológica que, como dizes serve para gastarmos mais e não se sabe se é realmente pura. Lembraste dos produtos light que afinal de light não têm nada? Pois, é dificil acreditar. Excelente tema. Beijinhos

Tulipa disse...

Bem verdade! É assustador, eu tenho que comer fora de casa todos os dias, não sei como dar volta à situação, estamos completamente na mão destes senhores! Kisses

It's really me disse...

não como animais mortos! (e vivos só alguns e com critérios) pelo menos tenho metado do problema resolvido :P

mythic disse...

oi , quando achar 1 vídeo de como sao feitos os hambúrgueres mando-te o link ai e qe te arrepias....ve o filme 1 verdade inconveniente

Hyndra disse...

E o link para o documentário, onde está?

Sara disse...

Comida, cosméticos, até a própria água engarrafada. O importante é dar lucro, não faz mal se nos envenena lentamente.

Elsa disse...

Cada vez gosto mais das galinhas que a Minha Querida Avozinha tem lá no Galinheiro!

Miguel disse...

Acordaste para a vida, a 11 de Setembro (?), e já sei que tens mais 9 anos do que te deram...

E agora, que abriste os olhos, comes o quê?