Pessoas histriónicas, sempre com stresses. Sempre com merdices e merdinhas. Sempre com problemas de caracacá, totalmente agravados, inventados e amplificados. Sempre com dramas pessoais, dúvidas e dilemas totalmente à prova de conselhos... porque na realidade não é um conselho que o histriónico deseja, mas sim patinar com um gosto masoquista no próprio lodaçal que inventa (e moer a cabeça de quem tem a infelicidade de lhe aparecer pela frente).
E de todos os seres que conheço com estas características, o pior é o histriónico que toma para si as dores alheias. Porque aí tudo serve para fazer drama e nem o céu é o limite.
Porque "Coitadinha da dona Amélia que está no hospital, com o marido em casa numa cadeira de rodas.. ai que nem durmo com isto! Estou aqui que eu só sei. Só eu sei como estou... isto deixa-me doente, DOENTE! Nem imagina, não dormi nada. É que depois não durmo, sabe? Fico a noite toda a remoer nisto... coitadinha da senhora, mas o que é vai ser da vida dela. Eu até ia lá ajudar se pudesse... mas estas minhas costas estão que é uma desgraça. São dores horríveis. Mas ai a coitadinha da dona Amélia..." ... e o discurso prolixioso pulula e avança. Não tem fim... na medida em que o sofrimento que existe neste mundo não tem fim também.
E de todos os seres que conheço com estas características, o pior é o histriónico que toma para si as dores alheias. Porque aí tudo serve para fazer drama e nem o céu é o limite.
Porque "Coitadinha da dona Amélia que está no hospital, com o marido em casa numa cadeira de rodas.. ai que nem durmo com isto! Estou aqui que eu só sei. Só eu sei como estou... isto deixa-me doente, DOENTE! Nem imagina, não dormi nada. É que depois não durmo, sabe? Fico a noite toda a remoer nisto... coitadinha da senhora, mas o que é vai ser da vida dela. Eu até ia lá ajudar se pudesse... mas estas minhas costas estão que é uma desgraça. São dores horríveis. Mas ai a coitadinha da dona Amélia..." ... e o discurso prolixioso pulula e avança. Não tem fim... na medida em que o sofrimento que existe neste mundo não tem fim também.
Pah, era pegar-lhes na cabeça e esmurrar-lhes as trombas de encontro a uma parede até começarem a saltar dentes.








