sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Instruções de visionamento da Casa dos Segredos

Sinto a obrigatoriedade moral de fazer este post, principalmente depois da celeuma que se instalou ontem no meu local de trabalho (com várias pessoas à beira de um acidente cardiovascular e alguns surgimentos de seborreia instantânea causado pelos elevados níveis de stress). 
Ora, pelo que o pessoal passou a tarde a guinchar deu-me para entender que o Hélio é um cabrão. Eu ao escrever aqui a palavra cabrão, neste vernáculo tão pitoresco estou a sugar coding tudo o que chamaram ao rapaz. Na realidade foi bem pior que isto. Eu não acompanho. Não sei de nada. Não vi nada. 
Ora a questão aqui é a minha preocupação com o bem estar mental dos fans do Secret Story. Posto isto deixo aqui as regras para assistir ao dito programa de forma saudável:

1º sintonizar o televisor na TVI à hora indicada
2º aguardar que surja a Teresa Guilherme
3º contemplar por breves momentos o vestido em que a produção do programa a enfiou e dar duas ou três gargalhadas
4º sintonizar um canal com programação mais interessante, ou seja, um qualquer

E pronto. Está feito. Mas onde é que está a dificuldade?

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mais década menos década

vou mesmo ter de me convencer que não tenho capacidades de equilíbrio (físico e mental) para usar saltos altos. Devia contentar-me com a Dr. Schooll's ou aqueles sapatinhos à freira, mas sou teimosa como um asno surdo.
Ontem mandei o tralho da minha vida. Vim a rebolar durante dois lanços de escada, (aqui no centro comercial, obviamente... que estas coisas requerem sempre uma plateia atenta) e fiquei a alguns degraus do fim, num equilíbrio espantosamente acrobático.
Fiz aquele ar do "Eu estou bem... pfft não doeu nada" e segui caminho Chuck Norris style. Não fiquei com nódoas negras, mas sim com uma mancha num atractivo amarelo mostarda e dói-me tanto que acho que a minha perna explodiu por dentro.

(I feel your pain Peter. I feel your pain...)



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Os comentários do professor Marcelo


são a única coisa que me fazem ligar a TVI. 
Se eu um dia bater com a cabeça e ficar com amnésia crónica, só peço que me metam a ouvir este senhor durante uma semana, mais ou menos, para que eu fique informada sobre tudo e mais alguma coisa e com uma personalidade formada logo ali de repente ( a minha personalidade actual não é nada de jeito, de qualquer das formas).
Aquela maneira de falar, explicar, argumentar que lhe é tão peculiar  deixa-me sempre vidrada ao ecrã. 
Com ele a presidir, até era capaz de assistir a seminários sobre as técnicas de renda de bilros, acasalamento de minhocas, numismática ou até mesmo contabilidade empresarial.


nota: se ao menos tivesse tido um professor assim a matemática...

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

É difícil de explicar

o António José Seguro provoca-me refluxos gastro intestinais mesmo sem abrir a boca.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Até os passarinhos têm algo a dizer

sobre isto da crise, e sobre isto dos impostos, e sobre isto das injustiças sociais, e sobre a TSU, e sobre isto e sobre aquilo.
Há o pessoal revoltado/agressivo, que diz que temos de ir "lá" e partir aquela merda toda (very smart indeed). Há os revoltados/passivos que dizem que "eles" são todos iguais e que não vale a pena porque seja for que vá para lá, vão ser sempre uns ladrões. Há os optimistas do "bola para a frente" e do "isto é preciso é ter calma... pensamento positivo". 
E entre uns e outros, já não tenho paciência para ninguém e só gostava que as pessoas se calassem com esta porra toda durante pelo menos dez minutos.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ser mãe é

pedir à minha catraia de 8 anos que me pintasse o cabelo. Para minha defesa a miúda tem imenso jeito para trabalhos manuais, ok? Foi portanto um risco mais ou menos calculado. E verdade seja dita, tirando as manchas acobreadas na testa, dentro da orelha direita, atrás da orelha esquerda, parte de trás do pescoço e (vá-se lá saber como) no queixo, até que isto não ficou assim tão mau quanto isso.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Não vale a pena tentar convencer-me que não, que isto não está a acontecer, mas comecei a seguir a Dancing Days religiosamente

Posto isto, cá em casa toda a gente refila com o guarda-roupa da Júlia. Que é sem graça, que é tudo igual e que os vestidos dela (coitadinha) têm sempre só uma manga.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A minha dieta crónica

agradece ao Pingo Doce o facto de colocarem nas embalagens de marca própria as calorias por dose dos produtos. De que outra forma entraria tão rapidamente na cabeça que 35 gramitas de batatas fritas em palito têm 198 calorias, ou que uma colher de sopa de côco ralado tem umas singelas 70 calorias? Ia-me dando um enfarte com isto do côco. Good lord.

Nota: E não vale a pena o corrector ortográfico não parar de me dizer que "côco" não leva acento circunflexo, porque hei-de escrever côco desta forma até morrer! Some things just make perfect sense.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

É interessante ver que nos jogos de futebol

de putos com 11/12 anos, estes já se atiram ao chão em busca da falta, num teatro incrível de plena agonia. Autênticas dramatizações de dor e desespero, para trinta segundos depois se levantarem como Lázaro do túmulo e continuar a correr como se nada fosse. Tal e qual como os adultos, tal e qual.

nota: já me diverti mais que agora aos domingos de manhã...

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Acho bestialmente reconfortante saber

que se a CIA nos quiser encontrar, vai ter de dar uma grandeeee volta.


                                                                    here*



ou de como já todos percebemos onde trabalhava o Romney antes de se candidatar à presidência dos EUA.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Vinde a mim Romney, eu entendo-te

porque por exemplo nunca percebi porque é que as janelas dos submarinos não abrem. Vai uma pessoa ali fechada, sem nada para fazer... Se não era muito mais giro poder abrir as janelas e fazer festinhas aos peixinhos e assim.

Entretanto li não sei onde que ele estava só a fazer uma piada. A mim não me pareceu uma piada, por isso prefiro agarrar-me à deliciosa versão popular que prova que o Mitt Romney é apenas mais um americano acéfalo. If it looks like a duck, and quacks like a duck...

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Pá, não me coitem

mas se a miúda que abraçou o polícia na manif fosse uma mulher de meia idade, gorda e meio careca, a foto não tinha sequer sido passada da máquina fotográfica para o pc... quanto mais corrido o mundo.

(E parem de me chamar cínica como se isso fosse uma coisa má.)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mas será que as pessoas não entendem

que ir a uma entrevista de emprego de sapatilhas, top cai-cai e mini shorts é motivo para eliminação imediata? Seriously... a menos que se esteja a candidatar a nadadora salvadora ou a dançarina de bar de alterne, quem raio se lembra de ir nesses preparos? Óquistorealmenteeeeee...

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Ser mãe é

ter de levar com a novela Dancin' Days desde há uns dois meses para cá (vive-se um clima de terror lá em casa. Acreditem em mim quando vos faço tal afirmação). 
Como não vejo sempre, tenho imensas dúvidas que ainda ninguém me conseguiu explicar. Ajudai-me então que este pormenor anda-me a causar imensa urticaria... porque raio aquela miúda que esteve presa (e que apesar de aparentar uns 28 anos, tem uma filha de 16.. -.-' e de quem eu agora não me lembro o nome) é casada com o velhote do papillon MAS não vivem na mesma casa? Isso de não viverem na mesma casa, mas sim em apartamentos contínuos causa-me cá uns nervos! Isto tem-me tirado mais o sono que o discurso do PM na sexta feira passada.

Nota: Ah, é Júlia. A miúda de 28 anos com uma filha de 16 e casada com um velhote de papillon chama-se Júlia. 
Nota 2: e também não entendo o nome da novela... eu estava à espera de uma espécie de Glee ou assim.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Não tenho pachorra

para continuar a ouvir a conferência do Vitor Gaspar.
É muito mais prático esperar pelos comentários da oposição e conclusões dos analistas políticos e económicos. Se é para me f0d€r€m, ao menos que o façam numa linguagem que eu perceba.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Se não tivesse medo que me riscasse o carro, já lhe tinha ido às trombas

Sou das primeiras a chegar ao parque... um carro aqui, um carro ali. E o retardado do arrumador a fazer sinais de "estacione aqui, aqui, aqui!!". E de tanto esbracejar quase que voa.  Depois fica furioso por eu ter escolhido um dos 58624 lugares disponíveis em vez do sitio que me indicou. E para lá fica a refilar, a dar pontapés nas pedras e a rogar-me pragas.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Sinal dos tempos

o dono da mercearia lá da terrinha acabou de me mandar uma mensagem pelo facebook a dizer que o fermento que eu pedi já chegou.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Estava aqui numa aflição sem saber onde gastar o subsídio de férias

mas depois espetamos a frente do nosso carro na traseira de um Mercedes, e assim, de um momento para o outro, fiquei com o problema resolvido.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Agora já sei porque é que a Maria queria tanto ir para Bruges

rais parta que aquilo é tudo tão lindo que até faz doer as vistas. Se bem que o que me marcou mais nem foi tanto a beleza da cidade medieval, mas sim o passeio de barco pelos canais. Não por ter sido um passeio de uma beleza extraordinária, mas sim por ter começado a chover torrencialmente a meio do percurso. A malta deixou Bruges ensopada e em pré estado de hipotermia. 
 De tudo o que se fez na Bélgica, o mais atlético foi descer o rio Dinant de caiaque (onde a malta percebeu que enfiar-se pelos arbustos adentro das margens pode aleijar um bocado), e um passeio de trinta e tal km de bicicleta que parece muito, mas que na realidade não custa nada porque o terreno é completamente plano. 
Há quintas de cultivo por todo o lado. Cercas com vacas, ovelhas, cavalos, póneis e até (caramba) veados. E é tudo verde, verde, verdeeeeeeeee.
O tempo é uma desgraça. Convida à depressão o mais optimista dos seres. Em pleno Agosto só não levei com chuva na tola durante dois dias. Todo aquele verde tem esse preço, quanto a mim, demasiado elevado.
Em Bruxelas assisti ao atendimento mais antipático que vi na vida (incluindo filmes de Hollywood) numa lojinha de waffles. Só faltou à miúda que estava a atender chibatear os clientes, e só me faltou a mim esfregar-lhe o waffle cheio de chantilly nas trombas.
Fiquem também a saber que na Bélgica, em 95% dos casos, ninguém entra numa casa de banho sem pagar uma média de trinta a cinquenta cêntimos. Até no McDonald's e estações de comboio pá! 
E pronto. Ide visitar. Ide e rejubilai (e levai bastantes trocos no bolso).


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Mesmo à entrada

do aeroporto, o meu pai chama-me e espeta-me quatros pêras nas mãos. "Levas estas pêras à tua irma para ela dar ao bebé". Olhei para ele e para a bagagem de mão a um alfinete de rebentar e disse-lhe que não podia ser, que não cabiam que blá blá blá... E então o meu pai puxa do seu ar Indio Boi Sentado e no tom de voz mais paciente do mundo diz-me, "Estas pêras são as primeiras pêras de uma pereira nova que tenho no quintal. Devem ser dadas `a criança mais nova da família para que seja sempre uma árvore muito próspera". Quando o meu pai começa com estas coisas, não há argumentação possível. Lá dentro distribui as pêras. "Comam isso rápido que temos um avião para apanhar!". Houve amuos e protestos. Guardei uma que consegui enfiar na mala, e que chegou cá toda cortada por uma pulseira.
Podia ser pior... podia ter-se lembrado de mandar os primeiros melões da estação.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Continua tudo sob controle

Trataram-me por menina em três sítios hoje.Correios, super-mercado, banco. "A menina isto, a menina aquilo". Enquanto o "menina" não der lugar ao "senhora", as tropas vão marchando contentes.

terça-feira, 24 de julho de 2012

É só classe

comprar sapatos e não tirar a etiqueta do preço, para depois a cada passo se ver um €24.90 num rectângulo amarelo fluorescente.

terça-feira, 17 de julho de 2012

No intervalo do cinema

olhei de esguelha para a tipa (olho sempre de esguelha para toda a gente, nem sei como não sou vesga)  e vi-a a abrir um livro no colo. Pensei, aaaaah gente de cultura que aproveita todos os momentos para se cultivar mais um pouco... até no intervalo do filme, caraças!. Mas depois não era bem um livro, era aquela coisa dos casados e divorciados do Arrumadinho. Livro por cima, saco da Fnac por baixo, talão de compra a servir de marcador. Ou seja, ela não encontrou o livro, ninguém lho ofereceu, nem muito menos lhe calhou numa promoção qualquer. Foi comprado por ela própria. Pensei então outras coisas, coisas tais que me coíbo de escrever aqui, por falta de tempo e limitações de vernáculo.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

"Não corremos o risco de ficar sem pessoas?"

perguntou a jornalista  ao tipo do departamento de emigração (ou lá o que era o homem), a respeito do retorno em massa dos emigrantes de Portugal aos seus países de origem.
E pensei cá para mim, que apesar de não perceber nada de emigração ou de países desertificados, que esta foi sem dúvida alguma a pergunta mais parva que alguma vez ouvi na vida.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

Anouc, um ser extraordinário, pah

Dúvidas houvesse.
Estando o meu passeio matinal transformado num pesadelo de "onde carai há uma transversal que me leve direito a casa, irra que não deve ser difícil já que é mesmo em cima da praia!!!!!", sou abordada por um casal alemão, mais perdido que eu,  que queria ir ao shopping. Apontaram para o mapa, eu olhei com atenção e assim ficamos uns momentos a olhar uns para os outros. Eles não sabiam falar inglês, e o meu alemão resume-se a "polizei", "rex" e "achtung" (esta última por causa de um dos albuns dos U2). Estiquei os braços e apontei insistentemente para a direita, como que dizendo que era mais que óbvio de que teriam de subir a rua e cortar na terceira transversal à direita. Era isso que os meus braços diziam, numa linguagem que julguei eu ser universal. Mas pelos vistos na Alemanha um esbracejar histérico não quer dizer absolutamente nada. Pensei um "ora fodassss" e fiz-lhe sinal para que me seguissem. Lá fui eu, fazer um desvio de pelos menos um  quilómetro, com o casal idoso de alemães atrás, a arfar de calor. Galguei passeios, relvados e ignorei passadeiras...já só me apetecia chorar.
Ocorreu-me a meio do caminho que aquilo fosse um episódio de Criminal Minds, eles acabavam em fatias num beco escuro. Veio-me então à ideia que poderia ser eu a acabar em fatias num beco escuro. Mas como ao meio-dia não há becos escuros, prossegui mais descansada.
Fixe e absolutamente fantástica que sou, levei-os mesmo à porta. Sorrisinhos e milhentos agradecimentos. Espero ter compensado por todos os portugueses trombudos que eles vão encontrar durante as férias. Nos dias de hoje, são mais que as mães.
 

domingo, 24 de junho de 2012

Com estes ouvidos que a terra há-de comer

"Pára quieto Igor Miguel!!! Já estou farta de te dizer para parares quieto, Igor Miguel!!"

terça-feira, 19 de junho de 2012

De férias sem MEO

A programação da televisão estatal, é a maior campanha de incentivo à leitura alguma vez realizado a nível nacional.
Read or perish.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Eu às vezes chateio-me com vocês, a sério que chateio


 Porque é que ainda ninguém me tinha informado que esta série é tão porreira?
Uma pessoa tem de descobrir as coisas sozinha, por mero acaso. Conclusão... sorvi as três primeiras seasons em duas semanas. Qualquer coisita como sessenta e tal episódios. Estou tão agarradita que na semana passada estive quatro dias sem vir à blogosfera. Esqueci-me completamente. 
E para quem estiver já com o dedito acusador "desocupadaaaaaaaaa!"... desocupada... eu?!? Mas o que é que eu acabei de dizer? Ai a porra.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Mirror mirror on the wall, Who Is the Fairest of them all?


e então o espelho responde qualquer coisa do género "Ah e tal, eras tu, mas passou a ser a Branca de Neve, que faz hoje dezoito anos... tem lá paciência.".

Foi aí que eu tive a certeza que o espelho se droga com mescalina, ou anda com alucinações causadas pela mordidela de um morcego, tal e qual eu vi um dia no House. Tal e qual.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Disse-me agora um cliente ucraniano

"Aaah, Purrtugale vai perderre amanha com a Alemanhe. Trêis, um."
...
"Diga-me qualquer coisa que não saibamos todos já".

segunda-feira, 4 de junho de 2012

É muito mais giro assim



combinarem jantares, "mas aparece por volta das seis horas, que vamos todos fazer raviolis". E uma pessoa chega lá, veste um avental e mete literalmente a mão na massa. E a coisa deu-se. A coisa deu-se, mas foi demorada e meticulosa. Não me entendi com a maquina da pasta. As tiras saíam aos ziguezagues e desisti passados 14 segundos. Fui então incumbida de fechar raviolis. A coisa consiste em fazer montinhos de recheio ao longo de uma tira de pasta, humedecer as bordas com água, colocar mais uma tira de pasta por cima, fazer pressão e cortar em quadradinhos. Ao 3º copo de tinto, já não saem quadradinhos. Saem triângulos, rectângulos, hexágonos e até cubos, mas não quadradinhos. Tanta gente de volta daquilo e mesmo assim só começamos a jantar lá para as dez e meia da noite. 
Afirmo então, depois de tamanha experiência, que fazer pasta caseira dá mesmo mesmo mesmo muito trabalho, e até deve ser por isso  que a taxa de suicídios em Itália é tão elevada. Quer dizer, eu nem sei se é. Acabei de inventar isto da taxa de suicídios em Itália. Mas dava-me jeito que fosse, para dar uma maior aura de credibilidade a este post.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Já não podes ouvir pessoas à tua volta sem que te ocorram pensamentos homicidas, ainda faltam 6 dias para o fim do mês e tens a conta a zero e hoje é sexta-feira mas isso não interessa nada porque tens a casa de pantanas e vais passar o fim-de-semana de vassoura na mão?




         
                                                                                                      click here*
                                                                            

                                                                 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Orgulhosamente fashion-excluída por causa de coisas assim

Um dos vários flagelos que assolou a Humanidade na história recente (e mesmo rivalizando com toda a celeuma que se passou desde a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos e o fim da Revolução Francesa) foi sem dúvida a moda nos anos 80. 
Basicamente, todo o pessoal da minha geração tem as fotos tiradas entre o ano 1980 e o 1989 completamente lixadas. Estão para lá soltas dentro dos álbuns, exiladas  com vergonha  nas últimas páginas, de onde sobressaem poupas ensopadas em laca e brincos de argola em plástico rosa-choque. Mesmo eu que estava apenas na pré-adolescência fui vítima inglória de uma mãe que acompanhava as ultimas tendências, enrolando-me em peças de tecido largueironas de corte duvidoso e cores histéricas. Já para não falar do belo enchumaço nos ombros. Nem Atlas, o titan caído em desgraça, precisou de chumaços para carregar os céus às costas, for god's sake!





E como se não bastasse o cataclismo de há quase trinta anos, a malta da moda (essa cambada de viciados em alucinogénos) resolve repetir a gracinha. Como se uma vez não tivesse bastado. Ide morrer longe.




segunda-feira, 14 de maio de 2012

Breves e parcas notas

sobre o Ídolos de ontem:

Para se ser um excelente cantor, não basta ter uma voz magnífica. Conseguir subir a um palco e lembrar-se da letra, também dá jeito.

Há quem aparentemente só tenha no roupeiro camisas largueironas quase até aos joelhos. Camisa, collans, botas e está feito. Enquanto uma foi criticada porque "vieste de pijama?", e outra porque "foste com tanto estilo ao primeiro casting e agora apareces nessa figura?!?", ninguém repara na miúda que só veste camisa e collants. Enerva-me esta falta de consistência.

A estocada final do Manel à rapariga com cara de peixe balão e cabelo vermelho, foi completamente desnecessária. "Parecias bizarra e misteriosa (ou não sei quê...), mas afinal és apenas vulgar". Mas para que é que foi isto? Até a mim, que sigo uma política pro-insulto, isto incomodou.


E pronto, são estas pequenas anotações que fazem o mundo pular e avançar que eu resolvi partilhar hoje. Adeus.