quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Estava aqui numa aflição sem saber onde gastar o subsídio de férias
mas depois espetamos a frente do nosso carro na traseira de um Mercedes, e assim, de um momento para o outro, fiquei com o problema resolvido.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Agora já sei porque é que a Maria queria tanto ir para Bruges
rais parta que aquilo é tudo tão lindo que até faz doer as vistas. Se bem que o que me marcou mais nem foi tanto a beleza da cidade medieval, mas sim o passeio de barco pelos canais. Não por ter sido um passeio de uma beleza extraordinária, mas sim por ter começado a chover torrencialmente a meio do percurso. A malta deixou Bruges ensopada e em pré estado de hipotermia.
De tudo o que se fez na Bélgica, o mais atlético foi descer o rio Dinant de caiaque (onde a malta percebeu que enfiar-se pelos arbustos adentro das margens pode aleijar um bocado), e um passeio de trinta e tal km de bicicleta que parece muito, mas que na realidade não custa nada porque o terreno é completamente plano.
Há quintas de cultivo por todo o lado. Cercas com vacas, ovelhas, cavalos, póneis e até (caramba) veados. E é tudo verde, verde, verdeeeeeeeee.
O tempo é uma desgraça. Convida à depressão o mais optimista dos seres. Em pleno Agosto só não levei com chuva na tola durante dois dias. Todo aquele verde tem esse preço, quanto a mim, demasiado elevado.
Em Bruxelas assisti ao atendimento mais antipático que vi na vida (incluindo filmes de Hollywood) numa lojinha de waffles. Só faltou à miúda que estava a atender chibatear os clientes, e só me faltou a mim esfregar-lhe o waffle cheio de chantilly nas trombas.
Fiquem também a saber que na Bélgica, em 95% dos casos, ninguém entra numa casa de banho sem pagar uma média de trinta a cinquenta cêntimos. Até no McDonald's e estações de comboio pá!
E pronto. Ide visitar. Ide e rejubilai (e levai bastantes trocos no bolso).
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Mesmo à entrada
do aeroporto, o meu pai chama-me e espeta-me quatros pêras nas mãos. "Levas estas pêras à tua irma para ela dar ao bebé". Olhei para ele e para a bagagem de mão a um alfinete de rebentar e disse-lhe que não podia ser, que não cabiam que blá blá blá... E então o meu pai puxa do seu ar Indio Boi Sentado e no tom de voz mais paciente do mundo diz-me, "Estas pêras são as primeiras pêras de uma pereira nova que tenho no quintal. Devem ser dadas `a criança mais nova da família para que seja sempre uma árvore muito próspera". Quando o meu pai começa com estas coisas, não há argumentação possível. Lá dentro distribui as pêras. "Comam isso rápido que temos um avião para apanhar!". Houve amuos e protestos. Guardei uma que consegui enfiar na mala, e que chegou cá toda cortada por uma pulseira.
Podia ser pior... podia ter-se lembrado de mandar os primeiros melões da estação.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Continua tudo sob controle
Trataram-me por menina em três sítios hoje.Correios, super-mercado, banco. "A menina isto, a menina aquilo". Enquanto o "menina" não der lugar ao "senhora", as tropas vão marchando contentes.
terça-feira, 24 de julho de 2012
É só classe
comprar sapatos e não tirar a etiqueta do preço, para depois a cada passo se ver um €24.90 num rectângulo amarelo fluorescente.
terça-feira, 17 de julho de 2012
No intervalo do cinema
olhei de esguelha para a tipa (olho sempre de esguelha para toda a gente, nem sei como não sou vesga) e vi-a a abrir um livro no colo. Pensei, aaaaah gente de cultura que aproveita todos os momentos para se cultivar mais um pouco... até no intervalo do filme, caraças!. Mas depois não era bem um livro, era aquela coisa dos casados e divorciados do Arrumadinho. Livro por cima, saco da Fnac por baixo, talão de compra a servir de marcador. Ou seja, ela não encontrou o livro, ninguém lho ofereceu, nem muito menos lhe calhou numa promoção qualquer. Foi comprado por ela própria. Pensei então outras coisas, coisas tais que me coíbo de escrever aqui, por falta de tempo e limitações de vernáculo.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
"Não corremos o risco de ficar sem pessoas?"
perguntou a jornalista ao tipo do departamento de emigração (ou lá o que era o homem), a respeito do retorno em massa dos emigrantes de Portugal aos seus países de origem.
E pensei cá para mim, que apesar de não perceber nada de emigração ou de países desertificados, que esta foi sem dúvida alguma a pergunta mais parva que alguma vez ouvi na vida.
E pensei cá para mim, que apesar de não perceber nada de emigração ou de países desertificados, que esta foi sem dúvida alguma a pergunta mais parva que alguma vez ouvi na vida.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Anouc, um ser extraordinário, pah
Dúvidas houvesse.
Estando o meu passeio matinal transformado num pesadelo de "onde carai há uma transversal que me leve direito a casa, irra que não deve ser difícil já que é mesmo em cima da praia!!!!!", sou abordada por um casal alemão, mais perdido que eu, que queria ir ao shopping. Apontaram para o mapa, eu olhei com atenção e assim ficamos uns momentos a olhar uns para os outros. Eles não sabiam falar inglês, e o meu alemão resume-se a "polizei", "rex" e "achtung" (esta última por causa de um dos albuns dos U2). Estiquei os braços e apontei insistentemente para a direita, como que dizendo que era mais que óbvio de que teriam de subir a rua e cortar na terceira transversal à direita. Era isso que os meus braços diziam, numa linguagem que julguei eu ser universal. Mas pelos vistos na Alemanha um esbracejar histérico não quer dizer absolutamente nada. Pensei um "ora fodassss" e fiz-lhe sinal para que me seguissem. Lá fui eu, fazer um desvio de pelos menos um quilómetro, com o casal idoso de alemães atrás, a arfar de calor. Galguei passeios, relvados e ignorei passadeiras...já só me apetecia chorar.
Ocorreu-me a meio do caminho que aquilo fosse um episódio de Criminal Minds, eles acabavam em fatias num beco escuro. Veio-me então à ideia que poderia ser eu a acabar em fatias num beco escuro. Mas como ao meio-dia não há becos escuros, prossegui mais descansada.
Fixe e absolutamente fantástica que sou, levei-os mesmo à porta. Sorrisinhos e milhentos agradecimentos. Espero ter compensado por todos os portugueses trombudos que eles vão encontrar durante as férias. Nos dias de hoje, são mais que as mães.
Fixe e absolutamente fantástica que sou, levei-os mesmo à porta. Sorrisinhos e milhentos agradecimentos. Espero ter compensado por todos os portugueses trombudos que eles vão encontrar durante as férias. Nos dias de hoje, são mais que as mães.
domingo, 24 de junho de 2012
Com estes ouvidos que a terra há-de comer
"Pára quieto Igor Miguel!!! Já estou farta de te dizer para parares quieto, Igor Miguel!!"
terça-feira, 19 de junho de 2012
De férias sem MEO
A programação da televisão estatal, é a maior campanha de incentivo à leitura alguma vez realizado a nível nacional.
Read or perish.
Read or perish.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Eu às vezes chateio-me com vocês, a sério que chateio
Porque é que ainda ninguém me tinha informado que esta série é tão porreira?
Uma pessoa tem de descobrir as coisas sozinha, por mero acaso. Conclusão... sorvi as três primeiras seasons em duas semanas. Qualquer coisita como sessenta e tal episódios. Estou tão agarradita que na semana passada estive quatro dias sem vir à blogosfera. Esqueci-me completamente.
E para quem estiver já com o dedito acusador "desocupadaaaaaaaaa!"... desocupada... eu?!? Mas o que é que eu acabei de dizer? Ai a porra.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Mirror mirror on the wall, Who Is the Fairest of them all?
e então o espelho responde qualquer coisa do género "Ah e tal, eras tu, mas passou a ser a Branca de Neve, que faz hoje dezoito anos... tem lá paciência.".
Foi aí que eu tive a certeza que o espelho se droga com mescalina, ou anda com alucinações causadas pela mordidela de um morcego, tal e qual eu vi um dia no House. Tal e qual.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Disse-me agora um cliente ucraniano
"Aaah, Purrtugale vai perderre amanha com a Alemanhe. Trêis, um."
...
"Diga-me qualquer coisa que não saibamos todos já".
...
"Diga-me qualquer coisa que não saibamos todos já".
segunda-feira, 4 de junho de 2012
É muito mais giro assim
combinarem jantares, "mas aparece por volta das seis horas, que vamos todos fazer raviolis". E uma pessoa chega lá, veste um avental e mete literalmente a mão na massa. E a coisa deu-se. A coisa deu-se, mas foi demorada e meticulosa. Não me entendi com a maquina da pasta. As tiras saíam aos ziguezagues e desisti passados 14 segundos. Fui então incumbida de fechar raviolis. A coisa consiste em fazer montinhos de recheio ao longo de uma tira de pasta, humedecer as bordas com água, colocar mais uma tira de pasta por cima, fazer pressão e cortar em quadradinhos. Ao 3º copo de tinto, já não saem quadradinhos. Saem triângulos, rectângulos, hexágonos e até cubos, mas não quadradinhos. Tanta gente de volta daquilo e mesmo assim só começamos a jantar lá para as dez e meia da noite.
Afirmo então, depois de tamanha experiência, que fazer pasta caseira dá mesmo mesmo mesmo muito trabalho, e até deve ser por isso que a taxa de suicídios em Itália é tão elevada. Quer dizer, eu nem sei se é. Acabei de inventar isto da taxa de suicídios em Itália. Mas dava-me jeito que fosse, para dar uma maior aura de credibilidade a este post.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Orgulhosamente fashion-excluída por causa de coisas assim
Um dos vários flagelos que assolou a Humanidade na história recente (e mesmo rivalizando com toda a celeuma que se passou desde a tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos e o fim da Revolução Francesa) foi sem dúvida a moda nos anos 80.
Basicamente, todo o pessoal da minha geração tem as fotos tiradas entre o ano 1980 e o 1989 completamente lixadas. Estão para lá soltas dentro dos álbuns, exiladas com vergonha nas últimas páginas, de onde sobressaem poupas ensopadas em laca e brincos de argola em plástico rosa-choque. Mesmo eu que estava apenas na pré-adolescência fui vítima inglória de uma mãe que acompanhava as ultimas tendências, enrolando-me em peças de tecido largueironas de corte duvidoso e cores histéricas. Já para não falar do belo enchumaço nos ombros. Nem Atlas, o titan caído em desgraça, precisou de chumaços para carregar os céus às costas, for god's sake!
E como se não bastasse o cataclismo de há quase trinta anos, a malta da moda (essa cambada de viciados em alucinogénos) resolve repetir a gracinha. Como se uma vez não tivesse bastado. Ide morrer longe.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Breves e parcas notas
sobre o Ídolos de ontem:
Para se ser um excelente cantor, não basta ter uma voz magnífica. Conseguir subir a um palco e lembrar-se da letra, também dá jeito.
Há quem aparentemente só tenha no roupeiro camisas largueironas quase até aos joelhos. Camisa, collans, botas e está feito. Enquanto uma foi criticada porque "vieste de pijama?", e outra porque "foste com tanto estilo ao primeiro casting e agora apareces nessa figura?!?", ninguém repara na miúda que só veste camisa e collants. Enerva-me esta falta de consistência.
A estocada final do Manel à rapariga com cara de peixe balão e cabelo vermelho, foi completamente desnecessária. "Parecias bizarra e misteriosa (ou não sei quê...), mas afinal és apenas vulgar". Mas para que é que foi isto? Até a mim, que sigo uma política pro-insulto, isto incomodou.
E pronto, são estas pequenas anotações que fazem o mundo pular e avançar que eu resolvi partilhar hoje. Adeus.
Para se ser um excelente cantor, não basta ter uma voz magnífica. Conseguir subir a um palco e lembrar-se da letra, também dá jeito.
Há quem aparentemente só tenha no roupeiro camisas largueironas quase até aos joelhos. Camisa, collans, botas e está feito. Enquanto uma foi criticada porque "vieste de pijama?", e outra porque "foste com tanto estilo ao primeiro casting e agora apareces nessa figura?!?", ninguém repara na miúda que só veste camisa e collants. Enerva-me esta falta de consistência.
A estocada final do Manel à rapariga com cara de peixe balão e cabelo vermelho, foi completamente desnecessária. "Parecias bizarra e misteriosa (ou não sei quê...), mas afinal és apenas vulgar". Mas para que é que foi isto? Até a mim, que sigo uma política pro-insulto, isto incomodou.
E pronto, são estas pequenas anotações que fazem o mundo pular e avançar que eu resolvi partilhar hoje. Adeus.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Há pessoas
que preferem andar com aquelas mãozinhas extensíveis de coçar as costas no bolso, a admitir a possibilidade de poderem um dia precisar de alguém. Enfim...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Ando eu a dizer há mais de 5 anos que a Rita Pereira tem cara de avestruz
e ninguém me ouve. E isto cansa. Esta falta de reconhecimento pelas minhas conclusões, cansa.
Eu digo "esta tipa tem mesmo cara de avestruz", e as pessoas olham mais atentamente e fazem um "eeeeh... aaaah... errrh, até nem acho...". Qualquer argumento é escusado, pois toda a gente conhece aquela coisa de uma imagem valer mais que mil palavras (oh a foto aqui em cima... oh).
E agora ao que parece espetaram-na na Playboy. Já vi as fotos por aí. Só acho que deviam ter mostrado mais corpo e menos cara. De resto está perfeito.
"Hi, my name is Martin Bohm, you don't know me. I know this is gonna sound crazy, but I think we should meet"
Yes Martin, it does sound crazy. Por causa de malucos como tu é que o mace spray foi inventado.
Uma série que podia ser tão porreira, praticamente reduzida ao Kiefer Sutherland a correr ofegante de um lado para o outro.
E depois não percebo o que aconteceu ao emprego dele no terminal de aeroporto. E irrita-me não perceber essas coisas. Se ele tem problemas financeiros, como se pode dar ao luxo de passar o dia atrás deste e daquele, a tentar perceber as fórmulas que vêm à cabeça do filho? E porquê? Com objectivo final é que ele o faz? Vai passar a vida toda naquela correria?!? Para tooooodo o sempre?? Eu é que devia ser guionista. Eu!
Touch*
Touch*
quarta-feira, 2 de maio de 2012
A blogosfera e o seu asco às promoções
"Quésta merda?!? A FNAC a vender livros a 5€?? Mas já chegamos à Madeira ou quê? Cabrões! Isto não se faz a uma pessoa! Pensam o quê? Que eu preciso deste descontozecos? Não, se quero um livro, pago-o a 16.9€, que eu cá não preciso de promoções para nada! A Worten com desconto igual ao IVA?? COMO SE ATREVEM?? O que é isto? Um pastel de nata e um café por 1€?? FODASSS!! Mas tenho cara de pobre? Os hiper-mercados oferecerem talões de desconto para combustíveis?!? Jogo tudo fora que eu não preciso de 0.05€ ao litro coisíssima nenhuma! Que é essa merda de haver Camperas e Freeports? Que noooojo!! NOJO!! Antros de pobretanas infestados de moscas! O quê? Viajar pela Ryanair? Porque é que hei-de pagar 50€ para ir a França se posso pagar 200€ pela TAP?!? Tenho ar de quem precisa? Tenho?? Quéstamerda de Pingo Doces e Continentes com as suas campanhas nojentas de 50% e 75%?!? Isto é gozar com as pessoas! Como se elas precisassem alguma coisa de estourar o dinheiro todo em maçãs e arroz! Isto é gozar com os trabalhadores e com quem precisa! Capitalistas nojentos!"
Caí de pára-quedas na promoção do Pingo Doce, mas sobrevivi
Eu só queria comprar um pacote de açúcar mascavado. O plano era passar a tarde de feriado na cozinha a fazer caramellinis. Gosto de fazer biscoitos e gosto de caramellinis. 1+1=2. Deviam ser umas 2h da tarde quando lá entrei. Notei um movimento anormal, visto já lá ter estado na véspera de Natal e a afluência não ser nem metade. Havia gente com carrinhos atolados até ao cimo, caixas e sacos no chão cheios de compras e mais compras. Na minha lúcida cabecinha só poderia haver explicação para tamanho espectáculo... tinha sido anunciado um holocausto nuclear e eu, corno como sempre, tinha sido a última a saber, e tudo o que havia na minha dispensa era uma embalagem de ketchup e quatro pacotes de leite. Vi uma funcionária a repor ervilhas em lata num prateleira, "Ouça lá, mas o que é que se passa aqui hoje?!?", perguntei, enquanto apontava esclarecedoramente para o volume de compras anormais que toda a gente levava. "Ah, é a promoção dos 50%", "Promoção dos quê??". Uma velhota virou-se para mim, e com uma certeza óbvia de quem me estava a dar uma excelente novidade, informa-me com um sorriso rasgado e uma voz cheia de pompa e circunstância, "Oh menina, hoje tudo tem 50% de desconto! A partir dos 100€, está a ver? Se levar 100€, só paga 50€! Entende?" "Mas quê?? TUDO?!?". "Sim menina, tudo!".
Fiz umas aritméticas rápidas e como é óbvio, aproveitei. Saí de lá passada uma hora com as compras do mês feitas (e parte do mês que vem). Sorte a minha que vivo na província, muito longe das massas das grandes cidades, onde as pessoas são menos e mais comedidas. Caso contrário, teria vindo embora.
Não sei qual é o objectivo da Jerónimo Martins, não sei qual é a estratégia comercial, não sei se ganharam, se não ganharam ou se perderam. Mas o fenómeno abriu todos os noticiários da noite. Se queriam publicidade conseguiram-na, mas nem toda com bom tom.
O que eu sei, é que se nos abstrairmos de tudo o que são os bastidores destas evil corperations, esta promoção criou um equilíbrio financeiro a muitas famílias deste país. Mesmo que tenha sido só este mês. Não importa. Se as pessoas levaram coisas de que não precisavam? Não sei. O que sei é que os produtos de marca branca foram os primeiros a desaparecer, o que demonstra que mesmo com 50% de desconto existe a consciência e a necessidade de comprar o mais barato possível.
nota: se no dia do trabalhador os empregados do PD trabalharam como cães? Trabalharam. Mas também eu passei a manhã a trabalhar. So what? É chato? É. E...?
sábado, 21 de abril de 2012
A preparar-me para ver os noticiários da 1h da tarde
Tenho uma garrafa de oxigénio para durante, e uma injecção de adrenalina para depois.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Como já não tenho pachorra para os Ídolos, falo apenas do júri. Metade dele, para ser mais precisa
Chateia-me Bárbara e dos seus lábios de borracha inchada. Não sei como ficou habilitada a avaliar musica. Provavelmente foi o Maestro Vitorino que a ensinou, enquanto passeavam de mãos dadas por essa Europa fora (que recordações pah, agora até me deu uma náusea).
Chateia-me ainda mais o Tony (com ípslon) e o seu capachinho torto. Ninguém avisa o homem que aquilo está torto? Na loja de capachinhos deviam ter-lhe ensinado a montar as peças como deve de ser antes de sair de casa. Tem o risco do penteado na diagonal e aquilo parecendo que não, distrai. Nos primeiros dois episódios até teve piada, "ahahaha olha o gajo com a peruca torta!", mas agora já aborrece, "Já endireitavas essa porra".
E pronto.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Sempre me pareceram ridículos
e até algo grotescos os sms's de pêsames.
Mas afinal confortam mais do que eu alguma vez poderia imaginar.
Mas afinal confortam mais do que eu alguma vez poderia imaginar.
quinta-feira, 29 de março de 2012
O verdadeiro e único motivo para se ver Hawaii - Five O
é este aqui em baixo:
nota: damn... tirava-lhe o vício do tabaco que era um instante.
Porque a série em si não vale um tostão furado, e todos os meus esforços foram infrutíferos na hora de seguir um episódio do princípio ao fim. O enredo é entediante que dói. No entanto (e ouçam-me agora que não cheguei a esta idade sem aprender umas coisitas), esta série é fantástica para estar a dar na TV enquanto uma pessoa se mete a aspirar a casa, dobrar meias e outras tarefas menores do género. Se é que me entendem... (não? oh, azarinho)
terça-feira, 27 de março de 2012
Hoje
vi uma pessoa da classe média a passar na rua. Aproximei-me para ver melhor, claro. Não fui a única. Muitos mais vieram a correr para contemplar tamanho espectáculo.
terça-feira, 20 de março de 2012
Então, mas ó anouc, que raio de filha és tu que nem vieste aqui desejar um feliz dia do pai ao teu pai nem nada, minha parva?
Ainda pensei nisso, oh juro que sim. Todos vós sabeis que eu sou toda pessoa de demonstrações públicas de afecto e coiso. Mas eu tenho quase a certeza de que o meu pai não conhece o meu blog. Aliás, eu tenho também quase a certeza de que o meu pai nem sabe o que é um blog. Aliás, nem a internet ele deve saber bem o que é, apesar de ter uma noção básica do conceito. Aliás, aliás.
O meu pai também não sabe o que é um feicebuke. Não me vale de nada ir para lá armar espalhafato do "ai adoro o meu pai isto, e ai adoro o meu pai aquilo, ai és o melhor pai do mundo".
Visto ter um pai avesso a tecnologias cibernéticas, não tive outra hipótese senão desejar-lhe um feliz dia do pai pessoalmente, com um beijo e um abraço físicos. Daqueles de agarrar mesmo e sentir o calor da outra pessoa e assim. Como podem calcular, estas relações parentais da idade da pedra dão muito pouco nas vistas e nestas ninguém comenta ou faz likes. Enfim, só chatices.
quarta-feira, 14 de março de 2012
As maravilhas supra suma maravilhosas de ter casa própria
depois de dez fantásticos anos de isenção, lá recebi a cartinha com aquilo do IMI.
Pelos valores apresentados, o imóvel deve ter sido reavaliado por uma criança do 2º ano com sérios problemas em matemática.
Pedir uma segunda avaliação é brincadeira para custar para cima de duzentos euros. E duzentos euros porquê? Porque sim. Lá calhou... podiam ser trezentos, ou quinhentos ou cinco mil. Claro que a malta fica quieta, não vá ser pior a emenda que o soneto.
Resta-me o positivismo do "podia ser pior" e o conforto do "haja saúde".
segunda-feira, 12 de março de 2012
Novo hobbie
pegar numa receita e fazer as alterações suficientes ao ponto de a tornar praticamente irreconhecível e totalmente intragável.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Toda eu rejubilei internamente
Um cliente sentadinho à minha frente atende o telemóvel: "O quê? Então mas porquê? Onde? No Facebook? Só damos valor às pessoas quando as perdemos? Oh Maria Clara, eu sei lá porque é que ela escreveu isso! Não devia ser sobre mim. As pessoas escrevem essas coisas no Facebook! Não, não estou com ela. Oh Maria Clara já disse que não estou com ela! Só vim à cidade tratar de uns assuntos. NÃO ESTOU COM ELA!! Não sei, não sei!! Sei lá porque é que ela escreveu isso!! Maria Clara? Estou, Maria Clara?? Estou????"
Facebook, screwing lives since 2004
Facebook, screwing lives since 2004
quinta-feira, 8 de março de 2012
A fulana
chega ao pé de mim a afagar o queixo com um ar angustiado. "Já viste como é que eu estou? Deve ser um desiquilíbrio hormonal qualquer... estou cheia de pêlos".
Disse que não se notava nada. Nadinha. Minto sempre nestas coisas. Ela parecia um judeu ortodoxo.
Disse que não se notava nada. Nadinha. Minto sempre nestas coisas. Ela parecia um judeu ortodoxo.
Just for fun
ora experimentem lá ligar para o 16200 e pedir uma coisa qualquer relacionado com um dos serviços. É uma forma fantástica de passar os tempos mortos. Incríveis maratonas alucinantes tenho eu passado com estes tipos. As conversas atingem autênticos picos eróticos... "Só mais um momento por favor, está prestes a terminar". Só que nunca estão realmente prestes a terminar. Aquilo dura e dura e dura. E depois há uma promiscuidade latente, que consiste em mandarem uma pessoa de departamento em departamento, a um ritmo de 2745 departamentos por telefonema.
Caramba, I need a shower. *limpa a lágrima no canto do olho*
Caramba, I need a shower. *limpa a lágrima no canto do olho*
quarta-feira, 7 de março de 2012
Oh pessoas, ajudem-me aqui numa coisa, pluamordasanta
A Zabela amuou por eu nunca ter falado dela aqui (diz ela que me ama incondicionalmente, mas depois é isto).
A Zabela é uma co-worker, mas no bom sentido. A Zabela é malta do norte... miúda porreira, portanto. A Zabela faz o pior empadão de carne que já provei na vida, mas em contrapartida dá-me parte dos excedentes agrários que os pais lhe mandam, inclusivé um garrafões de 5L de tinto caseiro, coisa com quantidade de álcool capaz de mandar um cavalo para os anjinhos... mas not me. Not Anouc Inácia.
A Zabela percebeu-me desde o primeiro dia, enquanto o resto do pessoal só me começou a perceber na quinta feira passada por volta das duas da tarde, tendo em atenção que a maioria nunca me chegará a perceber.
Digam olá à Zabela se faz favor, a ver se a gaja amansa e me dá os três chouriços caseiros que diz ter lá em casa para mim.
Obrigada.
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