Eu não sabia, nem fazia a mínima ideia, mas ser tia é absolutamente supra mega extraordinário. Não estava há espera de me apaixonar pelo catraio no primeiro relance. As crianças são-me geralmente indiferentes... (gosto dos meus, e às vezes dos filhos dos amigos, porque acabo por os ver como uma extensão meio distorcida dos pais).
É que convenhamos, para além de serem uma carga de trabalhos, as crianças são intectualmente pouco estimulantes, não dão para ter uma conversa de jeito, têm pouco equilíbrio e nem dá para ir beber um copo com elas (já para não falar nas dantescas proporções de baba e mucos que conseguem produzir).
Mas o meu sobrinho, OPÁ, que coisinha maravilhosa. Ainda não me conseguiu apagar o sorriso da cara, o sacana do miúdo.










