"yes, yes, yeees"
sábado, 23 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O meu lado gay
está completamente apaixonado pela Adele.
Todos temos um lado gay, e quem acha que não o tem, que procure melhor. Nah nah nah nah... não vale a pena argumentarem.
nota: Desculpa Monica Bellucci, mas tu não cantas assim. Amigas na mesma.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Férias familiares a título parcial
foi há coisa de duas semanas que se foram todos. Aqui a je, entre formações aqui e ali, e o emprego novo, tive de ficar em casa. Já não ficava sozinha desde os meus tempos de adolescente parva, quando os meus pais foram para o Brasil um mês.
O inicio foi fantástico. O silêncio, oh o silêncio... a ordem, oh a ordem... nada de barbies de decapitadas pelos cantos, nada pacotes de leite vazio no frigorífico, nada de legos no corredor, nada bolas de futebol na sala, nada de meias pelo chão, nada de embalagens de iogurte vazias por tudo quanto é lado, nada de canetas de feltro sem tampa esquecidas em cima dos sofás...
Eu nos primeiros dias não andava, flutuava. Tudo o que arrumava permanecia arrumado indefinidamente. Não tinha responsabilidades nem obrigações.
Depois, passados uns dias bateram as saudades. Forte e feio. Eu deitada no sofá agarrada a uma fotografia e as lágrimas a rolarem-me pelas fuças.
É que, sabem... havia muito silêncio, muita ordem... e nada de barbies de decapitadas pelos cantos, nada pacotes de leite vazio no frigorífico, nada de legos no corredor, nada bolas de futebol na sala, nada de meias pelo chão, nada de embalagens de iogurte vazias por tudo quanto é lado, nada de canetas de feltro sem tampa esquecidas em cima dos sofás...
Viver sozinho SUCKS!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Juro que foi em casa da minha mãe e que passei em frente ao televisor por acaso
A cabeça do Fernando Mendes parece um peixe-balão. A aflição que o homem mete a apresentar o Preço Certo, sempre a limpar o suor da testa com um lencinho, é para lá de muita.
Só de o ver a falar fico com falta de ar. Mas em mau. Há homens que fazem uma mulher ficar com falta de ar em bom, e há homens que fazem uma mulher ficar sem falta de ar em mau. O Fernando é o segundo caso, coitadito.
A menina que gira a roleta mostrou lá um conjunto de facas, e ao passar por ele, eu pensei que se ela lhe raspasse uma por acidente na orelha, PUF já eras.
nota: por favor acreditem no titulo... não pensem que eu vejo o Preço Certo, okay? É que a opinião que vocês têm de mim é-me muito importante no desenrolar do dia-a-dia, como podem calcular...
sábado, 9 de julho de 2011
Não é só o facto de ter uma infestação de formigas na cozinha que me chateia
também me chateiam as pessoas que roubam conteúdos dos blogs e os fazem passar como delas... Textos integrais, uma frase aqui ou ali ou ideias inteiras em que mudam apenas meia dúzia de vírgulas e já tá.
É triste e é feio e é patético e é degradante.
Eu sei que não produzo grandes posts, cheios de ideias bestiais e nunca antes abordadas. Sei que nada disto se assemelha a escrita de qualidade, mas foda-se, se fui eu que escrevi. É meu.
Mesmo com o facilitismo que existe para quem rouba, eu não entendo que prazer e mérito pessoal pode alguém sentir em receber crédito por algo que não escreveu.
Não se pode contar com uma entidade que puna quem rouba palavras, apenas podemos contar com a moral de cada um. E aí é que reside o busílis, pois cada vez mais as pessoas se estão a marimbar para estas coisas retrógradas e bafientas que são os princípios.
É que com as formigas que me invadiram a cozinha eu sei lidar, agora com pessoas reles... beats me.
nota: de qualquer das formas, ao deixarmos uma cambada de futuros juízes com um exame anulado por copiar, repetir o exame, então este país é de facto um paraíso para os parasitas. Nem sei para que estou prá qui com esta conversa.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Com estes olhos que a terra há-de comer
eu pensava que sempre que deixava o cão passar umas temporadas dentro de casa, os gatos, aterrorizados, ficavam com prisão de ventre. Mas já descobri o mistério. O cão trata a caixa de areia como se fosse uma pastelaria.
Vá, e agora vão jantar que já são horas. Adeus.
domingo, 3 de julho de 2011
Alberto & Charlene
Se estivessem a caminhar para a forca, talvez tivessem um ar mais entusiasmado.
E eu que pensava que este pessoal era mestre na arte da dissimulação... what a disappointment.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Com estes olhos que a terra há-de comer
uma senhora num Mercedes topo de gama descapotável. No banco do passageiro levava um caniche anão com um penteado Luís XV. O cão, que não tinha mais de 2,5 palmos de comprimento, levava um açaime. A senhora tirou-lhe o açaime, fez-lhe umas festinhas, voltou a colocar-lhe o açaime e arrancou ao sinal verde.
Haverá com certeza, quero eu acreditar, uma ilação a tirar disto. Eu só não consigo atingir qual.
sábado, 25 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Spartacus Sangue e Arena
Ora aqui está uma série de que eu tenho muita, muita, muita, muuuuuuita pena de não gostar.
Que tormento este que me dilacera a alma. Tentei e tentei, concentrei-me e concentrei-me, esforcei-me e esforcei-me e nada.
Caso eu gostasse, isto era coisa para me corrigir um problemazito que tenho com as dioptrias e que me força a usar óculos para ler. Há coisas tão injustas pá...
nota: Eu sei que depois do post anterior, este post é uma espécie de contradição... mas também nunca disse que sou uma pessoa coerente. O.o
sábado, 18 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
FUCKING FINALLYYYYY!!
Depois de um ano (UM ANO) de espera e procura, 6 ou 7 (só) entrevistas para lugares em que exigiam tudo e mais alguma coisa, com horários insanos, e tudo pela brutal remuneração de €475 /mês, às vezes a chegar aos €550 (loucura!) e estando nos últimos meses já a roçar o desespero, recebi finalmente the million dollar call. Um trabalho porreiro, com um salário decente... Foda-se pá! Já merecia. Já merecia, caragooooo!
Uma pessoa liga a televisão e só ouve "O desemprego vai continuar a subir", " O desemprego vai atingir limites record", e eu juro, que por mais fortes que sejamos, é impossível não ter momentos do mais profundo pânico animalesco.
E agora vou tomar um Xanax, antes que me dê uma síncope cardíaca e rezar para que eu não esteja a sonhar neste momento.
AH! E muito obrigada pelos mails que foram pingando nestes últimos meses, a dar dicas, desejarem-me força ou a pedirem-me o currículo. A sério, a sério.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!! aleijuhvpqwjduvb+owdjcn+ojasxÇJASNCÇkjasbncçksjcbçSJCB!! yes!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!!!
nota: e agora esperemos que eu não lixe tudo na primeira semana
Please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please please,please,please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, please, pleaseeeeee!!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Há entrevistas
de emprego assim, e depois há entrevistas em que nós vamos para entregar o currículo e nos dizem: "Ah, eu não quero saber do currículo. Eu quero é falar com as pessoas e olhá-las nos olhos.".
A bem dizer, achei isso bem mais lógico do que estar meia hora a fazer sequências de dominós. Mas isso sou eu, que sou gente rude do campo e muito old school.
domingo, 12 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
O amor dói
do que eu tenho visto por aí, os tipos de pais dividem-se por vários padrões muito distintos.
Há os "Ai Gonçalinho da Fonseca Albuquerque, que está um sol horrendo! Deixe-me aplicar-lhe um pouco de protector solar factor 546! Venha cá.".
Há os "Oh Zé Miguel, quantas vezes é que eu já te avisei para não enfiares sacos de plástico na cabeça da tua irmã? Arre lá para o miúdo!".
Há os "Negativa a matemática outra vez?? Lindo serviço! LINDO SERVIÇO!!".
Há os "Desculpe, o seu filho é que começou... o meu estava aqui quietinho e o seu é que lhe despejou a caixa de legos na cabeça.".
Há os "Continua a portar-te assim que vais para um colégio interno!".
Há os "Conta lá a mamã o que foi... o que foi amor? O que se passou? Fizeram-te mal foi? É inveja de ti, filho... diz lá à mamã o que foi. Fala com a mamã, fala...fala com a mamã, fofinho...".
E depois há outra espécie de pais que eu julgava serem apenas um mito urbano, mas que afinal há mesmo (eu estava lá, eu vi, eu presenciei, por isso sei do que falo). Chamo-lhes os pais wrestling.
O pai wrestling chega ao pé da filha "Tás a comer outra vez?? Oh foda-se! Já viste essa pança ó minha gorda? Levas pá! Toma! O quê??? Mau, não me dês pontapés! AHAHAHAH! Quem é que tem cócegas, quem é?? Tou-te a aleijar? Oh caralho, pára quieta! Pára com os pontapés, já disse. Depois dizes que eu te aleijo! Levas-me um chuto nesse cú! AHAHAH! Eu avisei! Olha que levas outro! Deixa-me cá dar um beijinho nessa cara feia! AHAHAHAH! Não paro, não! Não paro, não! Feia! AHAHAHAH! Quem tem cócegas, quem ééééé?".
Eu nos primeiros segundos ainda pensei que fosse um caso flagrante de maus tratos, mas não. É assim que naquela família se trocam mimos e carinhos. Pontapés intercalados com cócegas violentas e beijinhos.E a miúda estava a adorar.
Foi de facto fascinante e eu gostava mesmo muito de fazer um documentário para o National Geographic sobre isto.
domingo, 5 de junho de 2011
Sei que ainda só são 6h30 da manhã, mas este ano vou ser membro da mesa de voto aqui do burgo e queria deixar-vos uma palavrinha semi rápida, que tenho de lá estar às 7h e não quero chegar atrasada
E então, pretendo começar assim:
Votar caiu em desuso. Infelizmente a abstenção é a rainha do carnaval. Tenho pena (eu, que nunca falhei uma eleição ou um referendo) de ver metade do país lavar as mãos deste assunto, apesar de continuarem a bradar aos céus que isto tá tudo fodido, que isto tá uma merda que os políticos são todos uma cambada de corruptos e de chupista.
Quem não se identifica com nenhum partido, que mostre o seu descontentamento levantando o rabinho do sofá e ao menos votar em branco.
Ainda nem há menos de 100 anos, as mulheres não podiam votar. Tiveram de fazer muito chinfrim e bate pé, apanhar no lombo e ir de cana até que lhes fosse concedido esse direito. Já para não falar da Emily Wilding Davison, (ganda maluca pá! Um brinde a ti, onde quer que estejas) que se atirou em 1913 para a frente do cavalo rei de Inglaterra como forma de protesto. Foi a primeira a morrer por esta causa, mas mais houveram.
Se houve tanta gente que lutou, morreu, sofreu por este direito, como é possível que ele seja tão desprezado hoje em dia? Não percebo. Pronto. Sei que temos o dever de votar, mas temos o direito de não o fazer. Liberdade é isso mesmo... mas não entendo. Nada a fazer.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Escherichia coli
Das duas, uma:
Isto é o primeiro ataque à escala global com armas biológicas.
OU
É uma tentativa vinda das mais altas esferas para erradicar os vegetarianos.
nota: "Oh anouc, minha parva, também há omnívoros a morrer pá!", Danos colaterais, meus caros. Danos colaterais.
Mas tenho a certeza que é uma destas hipóteses. Foi o que me disse a voz que fala comigo todos os dias às 4h da manhã em ponto sempre que eu como pizza.
Isto é o primeiro ataque à escala global com armas biológicas.
OU
É uma tentativa vinda das mais altas esferas para erradicar os vegetarianos.
nota: "Oh anouc, minha parva, também há omnívoros a morrer pá!", Danos colaterais, meus caros. Danos colaterais.
Mas tenho a certeza que é uma destas hipóteses. Foi o que me disse a voz que fala comigo todos os dias às 4h da manhã em ponto sempre que eu como pizza.
domingo, 29 de maio de 2011
Bah
O filme Red Riding Hood está para a história do Capuchinho Vermelho da mesma forma que o Robocop está para o Lord of the Rings. E é tudo.
nota: e agora vou tentar salvar o resto do meu fim de semana com qualquer coisa que tenha pelo menos 12º. Ou 12,5º... ou 13º! Isso é que era...
sexta-feira, 27 de maio de 2011
A minha amiga sicrana
tinha um problema de excesso de confiança nas pessoas. Eu percebia isso porque em tempos idos eu também fui assim. O meu lema era "Confia nas pessoas até elas te darem prova em contrário". Depois de bater várias vezes com os cornos nas paredes e outras partes do corpo (até acho que lasquei um dente à pala dessa porra), alterei o lema para "Confia nas pessoas quando elas te provarem que são de confiança". Tenho-me dado muito melhor com o segundo lema. Convenhamos que para alguma coisa teriam de servir os anos que vão passando por mim qual brisa leve. Meia volta ainda me engano, mas acho que mais uns anos de prática e chego à perfeição.
sábado, 21 de maio de 2011
Tomatina em Braga?
Acho mal que se importem assim tradições. Muito mal. Ao menos que inovassem qualquer coisa. Podiam ter substituído os tomates por ananases, por exemplo. Assim é que era. Ananasina.
nota: ou cactos... cactos também era porreiro. Cactasina.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Tenho uma sicrana no msn que tem como line
"A nossa princesa Diana cumpriu a sua missão cá na terra... e rumou ao céu em forma de estrelinha bem luminosa para nos iluminar"
Conheço cada anormal. A sério, como é que eu não hei-de andar a bater mal...
nota: já para não falar do "luminosa" seguido do "iluminar", que também me está a irritar pra carago.
Conheço cada anormal. A sério, como é que eu não hei-de andar a bater mal...
nota: já para não falar do "luminosa" seguido do "iluminar", que também me está a irritar pra carago.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Se calhar é da medicação nova que nunca mais começa a fazer efeito
se calhar é dos outros, se calhar é de mim ou se calhar é da vida... Já não consigo estar ao computador. Só de olhar para o ecrã fico nauseada. Não escrevo, não leio, não produzo absolutamente nada. Os mails ficam por responder, sinto-me culpada por isso. Mas até a culpa anda com falta de energia e já nem ela me faz mexer. Só não desligo o telemóvel porque o meu número está nos currículos que envio à maluca para tudo quanto é anúncio online.
Os planos para amanhã são faltar a uma consulta que tenho marcada. Não é o melhor dos planos, mas ao menos isso eu consigo controlar. Fuck you, Universe, mas não hás-de conseguir controlar a minha ida às consultas.
Já nem almoço... como qualquer coisa. Ao meio-dia, ou às 3h da tarde, ou quando calha. Que se lixe.
O melhor exemplo desta inércia toda é o facto de ter começado este post por volta das 9h da manhã e duas horas depois ele ainda não estar publicado. Brutal.
Mas tirando estas merdas todas, estou espectacular. Juro que estou. Hurray!
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Ontem
fui a uma entrevista de emprego que durou 3 horas. Nunca tinha ido a uma entrevista em que houvesse essa coisa dos testes psicotécnicos, e na minha mais solidificada opinião de leiga, aquilo é uma valente bosta.
Estar meia hora a fazer sequências de dominós, ou outra meia hora a responder a perguntas do género "Você é uma pessoa de confiança?", "Você acha as pessoas regra geral, insuportáveis?"... Quem é que no seu perfeito juízo vai dizer que não é de confiança ou que acha as pessoas insuportáveis?!?
Perante a seriedade das entrevistadoras, quantidade de testes, ambiente pesado, e pelas perguntas demasiado pessoais que me foram feitas durante a entrevista (coisas que aconteceram há 20 anos, seriously??), eu ainda pensei que talvez me tivesse enganado na morada e me estivesse a candidatar para entrar para os Serviços Secretos ou a porra.
Se houvesse uma pergunta eliminatória que consistisse em: "Você tem um blog?", ainda se percebia, agora sequências de dominós?!? Fod gods sake!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Queridos peregrinos que pululam pelas estradas da minha santa terrinha
estimo muito a vossa fé e preserverança, mas por favor, caminhem em fila indiana. Ainda hoje ia levando três de vós de boleia em cima do capot do carro, e convenhamos, se apanharem boleia é batota.
nota: quero também chamar-vos à atenção que os coletes reflectores usados durante o dia não reflectem lá grande coisa. Experimentem uns néons...
nota: quero também chamar-vos à atenção que os coletes reflectores usados durante o dia não reflectem lá grande coisa. Experimentem uns néons...
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Não tenho nada a dizer sobre as medidas da Troika
nota: E o aumento do IMI é para evitar que as pessoas comprem em vez de arrendar? E quem já comprou? Pó caralhinhº!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
E sem net
perdi tudo. Perdi a oportunidade de gozar com o casamento real e com o vestido insípido da Kate. Perdi a oportunidade de gozar com o Ossama (tinha uma piada mesmo gira, a sério). Perdi a oportunidade de gozar em primeira mão com a versão portuguesa do Biggest Loser. Perdi a oportunidade de gozar com outra coisa de que agora não me estou a lembrar...
Sinto-me uma pária da blogosfera. Sinto-me uma outcast. Sinto-me tão sóóóóóó.
Espero bem que a PT se fod@
eles e o seu "prazo máximo de rectificação da situação de 72h". Eles e o seu sistema de atendimento de chamadas de "marque 1", "marque 2", "marque 3", que impede uma pessoa de berrar com pessoas a sério. Eles e a mania de não perceberem que eu tenho um blog que precisa de ser actualizado no mínimo de 3 em 3 dias. Eles e a desculpa da "avaria na central", quando toda a gente sabe que o que se passa é que um bando de chico-espertos anda a roubar os cabos de cobre. Deviam de instalar câmaras de vigilância e atar rottweilers aos posts, pelo menos na minha área de residência. Não percebem pá? Eu tenho um blog, carago!
Isto deixa-me num estado de nervos tal, que já comi 8 pacotes de bolachas maria hoje. -.-'
terça-feira, 26 de abril de 2011
Eu juro, mas juro mesmo
que um dia venho aqui actualizar isto. Acalmai-vos almas torturadas e ávidas. I shall be back. Tenho tido a vida recheada de contingências, o que é chato na medida em que as contingências interferem na inércia total e proliferante do meu dia-a-dia e me impedem de procrastinar em condições.
Mas ao menos acabaram as férias escolares. Valha-nos isso. Estive prestes a disparar um lança-chamas à cabeça. Deve doer um bocadinho, mas eu já estava por tudo... Não me ter metido na droga já foi uma sorte. Quer dizer, não a tinha à mão... só Valiuns. Valium conta como droga? Nem sei... whatever.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Eu gostei da Mary
talvez por ela ter um sonho muito parecido com o meu... casar com um príncipe e viver num castelo na Escócia. Bate tudo certo, tirando a parte de casar com um príncipe (há lá pachorra para aquela panóplia diária de protocolos, recepções, cerimónias e merdinhas...).
Mary and Max. é um filme negro sobre tristeza, inadaptação e solidão, mas sobretudo é um filme sobre uma amizade improvável que atravessa um oceano e dura até à morte. Soltei a lagrimita da praxe no fim, pá. Lá teve de ser.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Ontem vi um filme
com um homem não muito esperto. Burro, pronto. Quando ele e a mulher decidem ter um filho, toma conhecimento de um procedimento médico que alteraria o embrião de forma a criar um ser humano com uma inteligência muito a cima da média. Um génio, portanto. O desgraçado, na plena consciência de que de inteligente não tem nada e de que a burrice é provavelmente hereditária, rouba uns milhares de dólares a um chefe da máfia para pagar a alteração genética do embrião. O tipo acabou em fatias nas traseiras de uma charcutaria, o que transmite a habitual mensagem de que quem se mete com a máfia, fode-se, mas a questão é que o filho nasceu dotado daquela tal inteligência acima da média e o pai não morreu em vão.
E estas coisas todas, aliadas à reportagem da SIC "Geografia do (des)emprego" que eu tinha acabado de ver, mais os dez meses de envios de currículos, levam-me a pensar se não deveria agarrar nos que amo e mandar-me daqui para fora enquanto posso. Este é um país sem esperança, sem futuro.
Não é preciso acabar em fatias na traseira de uma charcutaria, basta a coragem de meter um carimbo num passaporte e dizer adeus a esta porra toda.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
E sempre que eu estou prestes a chegar à conclusão de que o Facebook não serve para absolutamente nada
sou surpreendida por alguém. Sempre assim, com música.
E à pála desta e de outras, vai valendo a pena manter a conta aberta.
Ser mãe é
"Por favor, não comas mais daqueles iogurtes de dieta, porque quando eu durmo contigo é maravilhoso porque tu és toda tãooooo fofinha"
-.-'
-.-'
sábado, 9 de abril de 2011
Acabei de escrever um post ainda mais parvo que o anterior
mas não o vou postar já. Nah nah nah. Vou guarda-lo nos rascunhos. Fica para uma emergência.
Num mundo perfeito não haveria guerra, nem fome, nem miss américas, nem sapatos apertados, nem pobreza, nem...
não, não. Um mundo perfeito não é nada disso que vocês pensam... num mundo perfeito o Diogo Infante seria 100% heterossexual e não seria actor (mau) mas sim um vinicultor com 20 hectares de vinha nas encostas do Douro, que ocuparia os tempos livres a fazer pequenos mas magníficos trabalhos de carpintaria. Pronto, assim é que era.
Vinho e cheiro a serradura. Just perrrrrrfect.
nota: que é que queriam? Postar aos Sábados à noite dá sempre merdA. Mil perdões. Mil e uma, pronto, e não se fala mais nisso.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Aquela frase do Epicuro
"Faz tudo como se alguém te contemplasse", é a coisa mais assustadora que eu já ouvi na vida. Brrrrr. Mas a malta gosta e espalha aquilo por todo o lado. É estranha a malta.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Sempre
me considerei uma pessoa razoável e pacata. Só andei à porrada uma única vez, nos meus já longínquos anos de liceu. Há 1200 anos, portanto. Uma certa fulana estava a pedir que eu argumentasse, solidificasse o meu ponto de vista e a chamasse à razão com um sobrelotado dossier A4 de argolas largas, e foi isso que fiz. Ter-lhe dado um valente abanão e espetado um calduço na tola soube-me pela vida, e ainda hoje, 1200 anos depois, recordo com melancolia e saudade aquele momento tão especial. Ainda lhe chamei "sua vaca mentirosa!", porque pancada e silêncio não combinam, além de que ela era uma vaca e uma mentirosa. A razão fulcral do atrito tomou com o tempo contornos difusos, mas aquele momento em que a fulana me olhou nos olhos com um ar completamente aterrorizado e indefeso ainda hoje me consola nos momentos menos felizes.
Com a idade estes nossos instintos animalescos são abafados pelo socialmente aceitável/recomendável, e a menos que pertençamos a uma claque de futebol, andar por aí à pancada é coisa muito mal vista.
Resta-nos usar a diplomacia (muita, toda) e tentar fazer o menor número de inimigos possível durante este nosso percurso, pois se há coisa que a vida me ensinou, é que podemos ter um desses inimigos a fazer-nos uma entrevista de emprego quando menos esperamos. Poissss.
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